Uma das áreas mais lucrativas do Brasil, o setor financeiro é um dos principais focos de investimento exterior, recebendo mais de US$ 95 bi com aportes de investidores internacionais em 2019.

Sua principal proposta é facilitar as transferências, com disponibilidade total 24 horas por dia, 7 dias por semana. Isso significa que se for necessário fazer uma transferência às 23h de um domingo, com o PIX, em 10 segundos o dinheiro estará na conta do recebedor, sendo ele pessoa física ou jurídica.

Essa velocidade de processamento faz com que não seja mais necessário esperar confirmações de pagamento em compras online, acelerando toda a jornada do consumidor. Então, podemos dizer que o PIX nasceu para facilitar os métodos de compra para os consumidores e empresas.

Com certeza você conhece os clássicos TED e DOC, além dos boletos e cartões de crédito e seus prazos para compensação.

A proposta do PIX é a agilidade e, na prática, essa é grande mudança. 

Somos especialistas em segurança
digital e comunicação corporativa, oferecendo estratégias inovadoras

e larga experiência em projetos de segurança da informação. 

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O PIX é uma ferramenta de pagamento digital que permite a transferência bancária entre pessoas e empresas em tempo real.

Com essa nova possibilidade, a ideia de transferências apenas com favorecidos de um mesmo banco está com os dias contados, já que o principal objetivo da solução é um sistema unificado de movimentações.

É importante lembrar que, apesar das taxas, essas transações já são possíveis. 

Sua empresa já está em conformidade com a LGPD?

A Compugraf, em parceria com a OneTrust, se coloca à disposição para trabalhar em conjunto com a sua empresa e te acompanhar em todas as etapas dessa transição tão importante.

Com o programa OneTrust Fast Track, a nossa proposta visa iniciar a jornada para entrar em conformidade com a lei em 24h

Deixamos aqui o convite para um bate-papo com um de nossos especialistas.
Assim, será mais fácil entender como a Compugraf pode ajudar na proteção dos seus dados e como prevenir violações.
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CRIPTOGRAFIA
Método de proteção e privacidade que codifica informações de modo que só o emissor e o receptor possam decifrá-la. 

AUTENTICAÇÃO
Reconhecimento da identidade de um usuário.

Então, sabemos que a segurança é uma prioridade neste novo sistema, seguindo as orientações do Banco Central para proteger a privacidade e os dados dos clientes.

Porém, o usuário ainda estará suscetível a outros tipos de ameaça, como a engenharia social. É necessário tomar muito cuidado ao compartilhar a chave PIX, assim como os dados bancários.

Entretanto, mesmo que algum criminoso tenha acesso à chave de um usuário, é impossível cadastrá-la em outra conta, já que são chaves de registro único.

Tecnologias do Futuro e Privacidade de Dados: Qual é o Desafio?

Toda mudança pode gerar dúvidas, por isso, preparamos materiais que tratam da relação entre as novidades do mercado financeiro e a Lei Geral de Proteção de Dados.

QUERO BAIXAR OS MATERIAIS

| A chegada do PIX

| Mas, na prática, o que é o PIX? 

| O PIX é seguro?

Segundo o estudo da Pew Charitable Trusts, realizado nos EUA em 2019, um terço dos consumidores ainda é receoso a respeito das transações digitais.

Ainda assim, outro estudo, o 2020 Future Consumer Index, realizado pela EY Mega Trends, revela que 46% dos entrevistados aumentaram a frequência de pagamentos digitais e 59% estão utilizando bancos online.

Assim, podemos concluir que os pagamentos digitais são uma força em ascensão. 

O que representa o PIX em um cenário de crescimento dos serviços digitais junto da apreensão sobre a segurança?

Podemos dizer que ele será peça fundamental para a revolução do mercado. Segundo o Banco Central, a ferramenta acrescenta mais camadas de segurança, ganhando destaque sobre os sistemas tradicionais.

O Bacen divulgou também um manual de segurança, com os requisitos básicos que as instituições e participantes precisam seguir. O manual mostra duas medidas de segurança principais para evitar fraudes e proteger dados e transações: a criptografia e a autenticação.

É evidente que o mercado financeiro está em constante evolução. A questão é: até onde o avanço tecnológico está comprometido com a segurança e a privacidade dos dados do usuário? 

Em meio à corrida da LGPD, novos conceitos de pagamento estão ganhando espaço e é preciso estar em dia com as exigências para não escorregar no percurso.

Sabemos que todas as mudanças propostas pela chegada da lei podem gerar uma série de dúvidas para os encarregados de colocar suas empresas nos trilhos. 

Por isso, preparamos este material que trata da relação entre as novidades do mercado e a Lei Geral de Proteção de Dados, que você pode baixar fazendo um breve cadastro no formulário.

Boa leitura! 

| Qual é o desafio?

A Compugraf nunca envia spam. Ao se cadastrar, enviaremos emails somente se você tiver interesse em conteúdos sobre segurança e privacidade. Fique tranquilo, seus dados estão seguros conosco.

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Mas o que o cenário brasileiro oferece e como o setor está se fortalecendo?

Sabemos que, atualmente, essa evolução está mais acelerada do que nunca, com os avanços tecnológicos abrindo espaço para meios nunca vistos, focados em dar ao usuário maior autonomia sobre suas informações bancárias. Porém, com toda proposta inovadora, surgem muitas dúvidas.

Pensando nisso, a Compugraf preparou este 
material exclusivo, que fala sobre a relação PIX x LGPD, duas novidades que mudarão pra sempre nossa relação com a privacidade de dados e a tecnologia na área financeira E trazemos também a evolução dos meios pagamento através da história, além de um infográfico com as formas mais utilizadas no Brasil. 

| O que vem depois: Open Banking

Outro movimento relacionado aos meios de pagamento e que vem ganhando destaque é o Open Banking

No Reino Unido este modelo já é bastante difundido mas, por enquanto, aqui no Brasil, o Banco Central discute como será seu funcionamento e mecanismos regulatórios.

Este novo modelo de banco permite o desenvolvimento por terceiros de serviços adicionais oferecidos pelas instituições tradicionais, graças ao compartilhamento de APIs criadas pelos bancos em parceria com essas empresas. 

Desta forma, cria-se um ecossistema de produtos e serviços em torno das instituições financeiras, enquanto elas focam nos serviços essenciais. 

| Como funciona?